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quinta-feira, 23 de julho de 2009

O Caminho da Fênix

Nenhum Líder deve ser insubstituível e nenhum ideal deve ser inerte, os nossos pensamentos são cíclicos somos paradoxalmente eternos aprendizes e eternos professores, as fênix mais velhas sempre tem a ensinar as mais novas a trilhar o caminho árduo do fogo de que elas mesmas são feitas.
Meus caros leitores apesar de ser corrosivo em minhas palavras, defendo que o líder é por natureza vaidoso, um ser centrista que por muitas vezes peca em pensar egoisticamente quando ganharia bem mais sendo um pseudo-altruísta, a disseminação de ideais deve ocorrer, bons ideais devem ser passados de pessoa em pessoa, pois se queres ser eterno como uma fênix, não viverais eterno do amônio e carbono, mas sim do fervor dos seus ideais que serão sempre vivo na mente daqueles que você incitou a defende-los. Dessa forma caro líder, estarais sempre vivo naquele que o substituiu, seu semblante resplandecerá em sua face e seus atos ecoarão pela eternidade enquanto seus ideais forem avivados em outras mentes assim seguindo o caminho da Fênix.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

A Digna Rivalidade

Aos meus dignos amigos quero que leiam este ponto crucial que foi feito para meus dignos rivais.

Diferente do que pensam a rivalidade não se manifesta baseada em regiões e localidades, um rival poder ser um forasteiro vindo dos portais do Ocidente assim como um irmão que lhe acompanhou no Oriente. A quarta chama em nossos corações não esta edificada para que não entremos em conflitos fraternais, mas sim para percebemos que por mais irmão que seja qualquer pessoa, ela pode sempre ter visões diferentes e opositoras e isso não o torna incorreto isso o torna digno de ser um rival e apesar da rivalidade temos acima de tudo nosso companheirismo para aprender-mos a respeitar e aceitar as divergências.
Com os amigos aprenderemos a grande lição do companheirismo, da lealdade e do amor, mas somente com nossos rivais aprenderemos a ser forte, a sentir o gosto da derrota, gosto não saboroso bem diferente do doce sumo vitorioso, porém assim como um liquido medicinal não criado para sabor mas sim para a cura, nos serve a derrota.
Se lutamos com gingantes é porque somos guerreiros a altura de enfrentar épicas batalhas e reconhecer sempre o valor dos nossos oponentes, de sermos derrotados em campo e a parti deste principio sermos sempre conclamados a melhorar, de saborear a vitoria e -la com o gosto de desafio árduo e valoroso sempre diante da Digna Rivalidade.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Os Leões em pele de Lobos

O homem é o Lobo do homem.

Tomaz Hobbes - Leviatã


Esta em volta de lobos fazem-nos perceber o momento corrosivo dos trabalhos de um líder, um ponto onde infelizmente percebemos que por maior que seja nossas vontades, se não formos gatunos em nossas ações estaremos fadados a estar com a derrota.
Se queremos ser bondosos em meio de maldosos, temos que confessar que estaremos em plena desvantagem, porem não estou aqui para dizê-los que não há solução, mas sim para dizer que fraco é aquele que se auto-corrompe mediante a sua covardia de lutar pelo que é correto, segundo o naturalismo o homem é produto do meio, logo uma ovelha em meio de lobos tende a ser devorada ou a sofrer uma dolorosa metamorfose, sou averso aos princípios naturalistas, o homem é o principal agente de mudança e um DeMolay deve ser um Neo-Iluminista, um idealista, um honrado combatente prestes a enfrentar os males internos e externos que os corrompe. A benevolência possui seu ônus somente para aquele que a possui, mas possui bônus para todos que estão em volta.
Somos diariamente conclamados a ser oponentes do nosso próprio ser, espantar nossos demonios, incitar nossos desejos para que não possamos sofrer a dolorosa metamorfose corruptiva, pois não somos Lobos em pele de Cordeiros, mas sim seres pujantes, leões aguerridos de justiça e a conquistar as ruínas lupinas se infiltrando placidamente em alcateias, somos Leões em pele lobos.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

O nascimento de um Príncipe

necessário ser Príncipe para conhecer perfeitamente a natureza do povo, e pertencer ao povo para conhecer a natureza dos Príncipes."

Nicolau Maquiavel - O príncipe


Neste fabuloso trecho do livro de Nicolau Maquiavel , O Príncipe, fala exatamente do reconhecimento mutuo entre os que governam e os que são governados. A liderança é algo belo e pujante, porém não pode ser nunca forçada se queres ser um bom líder, os verdadeiros príncipes são reconhecidos pelo seu povo, ele é eleito pelas aclamações e necessidades da realidade em que vive, na história podemos gerar alguns exemplos de lideres surgidos do povo como Jesus Cristo, Mahatma Gandhi, Nelson Mandela, Barack Obama e Adolf Hitler, que apesar de não ser um exemplo de ideais e metodologias de conquista, ser um genocida e um ser extremamente calamitoso, para os alemães entre (1930-1945) ele foi o maior motivo de reestruturação do seu povo.
Um DeMolay e/ou qualquer ser humano deve ter em sua mente que sua liderança será decidida pela sua capacidade de coordenação, pela sua autoridade, conhecimento, discernimento e acima de tudo por aqueles que os elegem. O povo é o maior poder que você pode ter e somente você sendo um verdadeiro líder poderá reconhecer o seu povo, sua natureza, suas necessidades e utiliza-los de forma mutua onde haja sempre vantagens para os dois.
Um líder é um regente do cosmos, um ser capaz de conduzir as estrelas as mais belas formações criando formosas constelações e explosões celestiais e somente esse cosmos que precisa ser regido pode gerar o nascimento de um príncipe.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Moinhos ou Gigantes

Alonso Quixano, fidalgo de uma pequena aldeia espanhola, a mancha, tinha mais ou menos seus 50 anos, era um homem de costumes rigorosos, porém se encontrava em uma constante decadência, era conhecido na aldeia por depositar cada centavo que ganhava em sua amada biblioteca, local de onde foi tirando aos poucos as figuras e fantasias do mundo heróico dos cavaleiros andantes e se espelhou tanto na figura que rompeu de vez o elo com a realidade. Então se tornou Dom Quixote, de la mancha, com sua velha armadura enferrujada e seu pangaré que acreditava veemente ser um belo alasão de montaria.
As constantes aventuras de Dom Quixote revela um idealismo perdido. Somos constantemente chamados a enfrentar nossos medos e conquistar nossos ideais e as vezes colocamos nossas armaduras enferrujadas, montamos nossos pangarés , nos jogamos em um mundo fora dos padrões físicos e reais e depois quando somos massacrados pelos exércitos de ovelhas nesta fantasia voltamos decepcionados de nossas batalhas travadas.
O DeMolay ao iniciar, encontra-se em conflitos descobrindo coisas que não eram o que eles pensavam, batalhas que imaginariam travar com monstros colossais, mas perceberão que a realidade seria outra e os monstros que encontramos são menos colossais e mais prejudiciais. A decepção muitas vezes é um fato na vida daquele que inicia, mas possuo uma boa noticia a imaginação de Dom Quixote não era em vão e o sonhos dos irmãos recem iniciados não são tolos, como muitos pensam, a falta de ideais pode consumir nossa imaginação nos dar o ceticismo. Sábio é aquele que passa por tudo isso e continua um verdadeiro idealista, um sonhador e uma pessoa a desejar a utopia sem se importar se são moinhos ou gigantes.