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terça-feira, 30 de março de 2010

Homens Máquinas

Às vezes os sentimentos podem nos levar a variáveis incomuns.

Um líder não é conhecido pelos sentimentos mais complexos como amor e sofrimento, suas unidades são forjadas de forma que não penetre nele uma capacidade considerável de tais coisas, posso dizer isso, pois fui fruto desta experiência, quando ainda visto como humano pouco tinha as habilidades que me faziam fluir como líder, nervosismo que abalavam as minhas expressões, amores que me impediam de crescer e sofrimentos que me tornavam fraco, porém isso foi mudando, junto de mim foi apenas existindo uma matriz chave denominada de centelha de liderança e posso dizer que em sua volta sete chaves que protegem essa matriz que são o único elo humano que possuímos. Chaves essas que posso dizer que são o amor pelos meus pais, o meu mutuo respeito pelas crenças de todos, minha cortesia, meu companheirismo, minha fidelidade, minha pureza e meu patriotismo. Pois bem, assim é criada uma geração de Mestres, seres não humanos na visão metafórica de nossa existência, seres que possuem dentro de si a centelha da liderança como sentimento e habilidade principal na condição da sua criação, deve se até explicar que por isso um líder não protege apenas a um e sim lidera nações os protegendo, pois a sua centelha é soberana aos seus atos nos tornando assim Homens Máquinas.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

O herói e o algoz

Às vezes só a dualidade é capaz de explicar uma unidade.

Ser líder é um paradoxo dos eventos, é uma função que soma todos os pontos vistos e necessários para manter o equilíbrio das diferenciadas situações. Cada líder por si possui seu semblante único junto com sua originalidade, mas todos sem exceção devem possuir as características que vai ao grande Herói capaz de entusiasmar e salvar ao frio e calculista algoz carrasco das mais variadas condições. Se por na frente de uma guerra é necessário o fervor para ajudar assim como a frieza para executar, pensar em si próprio não é luxo ao qual o líder possa ter, mas pensar em seus liderados é de fato obrigação que ele deve cumprir.
Logo chegamos ao ponto principal do equilíbrio a explicação pseudo-matematica que o complexo se torna simples onde um único líder é por si só o Herói e o Algoz.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Soneto do Oriente


A vista agora escura e opaca
Do além se formam os verbos pujantes
Das vozes da calátide Gritante
A vida deverá ser retratada

Dar-se o inicio da estação marcada
Pelos sete gongos soando no portal
Pela idéia surgida e avivada
Tem inicio agora a era do ser mortal

Ao passar da primordial revoada
Em si é aclamada para Elevação
Para o julgamento de quem nos guarda

O aprendizado é posto em sua visão
Agora um herói brandindo a espada
Tornando-se o mestre de sua legião

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

O sacrifício de um líder

Ser líder não é estar na dianteira sendo empurrado pelos liderados, mas é sim estar à frente para puxar a todos.

Muitos se confundem quanto as atribuições da liderança, pensam erroneamente que o fardo é apenas o de ostentar grandeza quando sempre se deve ostentar as atribuições de todos indo do luxo ao lixo sem denotar reclamações, ser líder se enquadra mais ao martírio do que a própria (van)glorificação, não é ser egoísta é ser um verdadeiro altruísta esta formulado a lógica do pelicano não a do lobo, vive de aparência porém sobrevive do que os outros olhos não ver logo é criticado por todos mesmo entregando sua vida aos que lidera. Alguns são gestores, administradores, entusiastas, sábios, mas somente um líder é todas essas características juntas como o seu tom de mártir com o sacrifício de um líder.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Capítulos Destruidos

Meras palavras jogadas aos ventos são formulas vazias, corpos sem formas...

Nossas formações não são meras ilustrações decorativas, conheço muitos burocratas, pessoas com apenas a capacidade de iniciar e incitar ideias, sem executarem as próprias, devemos compreender; somos os maiores defensores dos nossos próprios pensamentos e como Mestres devemos aprender que somos seres capazes de transformar céticos em sonhadores, capaz de transformar meros ritos decorados em sentimentos onipresentes em nossas vidas, somos incitadores e executores de todas as ações. Sem essa dualidade não seremos completos, não seremos lideres e muito menos servidores, seremos mortais simples sem a beleza complexa de um Príncipe e sem as vívidas manifestações do povo vendo apenas um livro sem história, páginas sendo passadas e apagadas, vendo apenas capítulos destruidos.