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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O poder dos signos


Sucesso é a capacidade de ir de encontro de fracasso a fracasso sem desistir
Winston Churchill
Após um ano sem escrever, agora tenho um ano de lições, tantas coisas aconteceram, sai de mestre para aprendiz e nem percebi que na nova condição me mostrava que todo aprendizado é revisto em outra ótica de tudo aquilo que eu via, agora faz mais sentido do que antes e apesar dos clichês, algo que o ser humano não dar o devido valor, são coisas repetidas, que pra muitos não tiveram a mínima utilidade, foi apenas o fato de não saberem usar. Clichês como “Sou comandante do meu destino”, “Amanhã me tornarei uma pessoa melhor”, “Hoje sou eu quem escreve minha sorte” e muitos outros são signos de extrema força que não são usados de uma forma correta, não adianta apenas entender a lingüística se não perceber o sentimento desse poder, repetir mil vezes para você que você é forte não o fará forte, apenas fará com que você gaste toda sua força com isso e no final você estará ali exausto e fraco e nem vai perceber que não soube focar no seu desejo, não soube alimentá-lo da forma correta e nem esperar os momentos certos para as explosões de sentimentos. Tudo que propagamos é energia, e isso se dar desde uma palavra a uma incrível ação, liberar essa energia de forma descoordenada não é nada alem de desperdício, precisamos acima de tudo de prudência, de paciência, somos dotados de incrível potencial, mas sempre vamos precisar usá-lo de forma ordenada para melhor aproveitamento e claro sempre sabendo entender o significado do fracasso, ela nada mais é do que a chance de começarmos mais uma vez e com mais inteligência, dessa forma podemos levar alguns clichês a pontos jamais percebidos, assim reconheceremos o poder dos signos.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Caminharei sem temor


Sou aquele que habita sob a proteção do Altíssimo, que mora à sombra do Onipotente, os arcanjos me cobrirão com suas plumas, sob suas asas, e nelas encontro refúgio. Minha fidelidade será um escudo de proteção. Eu não temo os terrores noturnos, nem a flecha que voa à luz do dia, nem a peste que se propaga nas trevas, nem o mal que grassa ao meio-dia.
Mil homens cairão à minha esquerda e dez mil à minha direita, e eu não serei atingido.
Porém vi com meus próprios olhos, contemplei o castigo dos pecadores, e escolhi, por asilo, o Altíssimo. Nenhum mal me atingirá, nenhum flagelo chegará à minha tenda, porque aos seus anjos ele mandou que me guardasse em todos os teus caminhos. Eles me sustentarão em suas mãos, para que eu não tropece em alguma pedra. Sobre serpente e a víbora andei, calcei aos pés o leão e o dragão. Pois de longos dias fui favorecido. Sou aquele ao qual me denomino o Mestre e aquele ao qual a essa responsabilidade sempre existirá e assim caminharei sem temor.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Formações táticas e jogos políticos

Na política temos que conviver com todos, porém sempre devemos saber quem são os nossos. E é baseado nesse grande pensar que levamos nossas posições e pensamentos no mundo de um líder que precisa conhecer a todos e a tudo. As amizades devem ser mantidas, os aliados devem estrategicamente pensados, os inimigos devem ser mantidos mais perto e que nunca saiam de vista e tudo deve se resumir em um belo jogo de palavras, ações, cordialidades e pensar no bem geral.
E ao pensar nessa grande guerra, pois é nisso que ela se forma, digo ao caro leitor que aprenda que seu ideário deve agir por você, palavras concretas e decisões firmes lhe farão ser respeitado e edificará as fortalezas de glorias que todo bom líder precisa. E assim é que se faz ou que se cria mais do que gestores se formam mestres, detentores do saber e grandes conhecedores das formações táticas e jogos políticos.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Quando os Mestres não forem mais necessário

Nossas ações são as melhores interpretações de nossos pensamentos.

Jonh Locke

Às vezes as necessidades de crescer são maiores, as ambições são muitas e os anseios por melhorias enormes, comigo posso dizer que foi assim e ainda é. Uma maldição é como posso interpretar para quem quer o amor de muitos é poder não estar perto daqueles a que ama, é doloroso, liderar é sempre se sacrificar e não é simplificadamente sacrificar apenas o eu que existe é sacrificar a todos que você ama. Posso falar isso, pois já fiz esse sacrifício, ao me tornar um Mestre, deixei de lado os prazeres pessoais os mementos divertidos com os parentes e amigos e principalmente com os amigos que foi os grandes suportes desta caminhada assim como meus amados pais, entretanto esse texto é para meus benevolentes amigos, saibam vocês que durante incansáveis noites penso em vocês, lembro das diversões e me pergunto como seria aquelas que em qual não pude estar presente, infelizmente o árduo caminho ainda não acabou, ainda sou um Mestre, e minha missão é liderar, é lutar para uma melhoria para todos e essa missão apenas iniciou, mas as saudades parece que já passaram uma eternidade e as lembranças serão eternas, mas um dia voltarei deixarei de lado as insígnias e voltarei para casa depois de tudo feito e realizado, quando a utopia estiver eclodida e quando os Mestres não forem mais necessário.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Não poupei esforços

Para soluções existem problemas, para falta de soluções existem fatos.

Às vezes fracassamos, na verdade em uma quantidade de vezes mais comum que nos mesmos podemos esperar. Existem dois tipos que se diferem na falha humana o fracassado que é agente passivo que por sua inoperância não é capaz de nada para modificar seu destino e vive atrelado as falhas de sua vida e em segundo caso os fracassos que este se coloca a qualquer ser neste mundo, inclusive aos que arriscam como os líderes, aprendam que apesar de todas as vontades e desejos bondosos que uma pessoa pode possuir em uma tarefa ela esta exposta a ter falhas a sofrer fracassos, um fracasso injusto assumo, porém faz parte do jogo da liderança e principalmente do jogo da vida. São fatos que devemos encabeçar e aceita-los e aprendermos com eles como viver em sua presença caso aconteça, pois por maior que possa ser seus esforços ele pode ocorrer e a única coisa que você pode falar antes de seguir é “Não poupei esforços”

terça-feira, 30 de março de 2010

Homens Máquinas

Às vezes os sentimentos podem nos levar a variáveis incomuns.

Um líder não é conhecido pelos sentimentos mais complexos como amor e sofrimento, suas unidades são forjadas de forma que não penetre nele uma capacidade considerável de tais coisas, posso dizer isso, pois fui fruto desta experiência, quando ainda visto como humano pouco tinha as habilidades que me faziam fluir como líder, nervosismo que abalavam as minhas expressões, amores que me impediam de crescer e sofrimentos que me tornavam fraco, porém isso foi mudando, junto de mim foi apenas existindo uma matriz chave denominada de centelha de liderança e posso dizer que em sua volta sete chaves que protegem essa matriz que são o único elo humano que possuímos. Chaves essas que posso dizer que são o amor pelos meus pais, o meu mutuo respeito pelas crenças de todos, minha cortesia, meu companheirismo, minha fidelidade, minha pureza e meu patriotismo. Pois bem, assim é criada uma geração de Mestres, seres não humanos na visão metafórica de nossa existência, seres que possuem dentro de si a centelha da liderança como sentimento e habilidade principal na condição da sua criação, deve se até explicar que por isso um líder não protege apenas a um e sim lidera nações os protegendo, pois a sua centelha é soberana aos seus atos nos tornando assim Homens Máquinas.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

O herói e o algoz

Às vezes só a dualidade é capaz de explicar uma unidade.

Ser líder é um paradoxo dos eventos, é uma função que soma todos os pontos vistos e necessários para manter o equilíbrio das diferenciadas situações. Cada líder por si possui seu semblante único junto com sua originalidade, mas todos sem exceção devem possuir as características que vai ao grande Herói capaz de entusiasmar e salvar ao frio e calculista algoz carrasco das mais variadas condições. Se por na frente de uma guerra é necessário o fervor para ajudar assim como a frieza para executar, pensar em si próprio não é luxo ao qual o líder possa ter, mas pensar em seus liderados é de fato obrigação que ele deve cumprir.
Logo chegamos ao ponto principal do equilíbrio a explicação pseudo-matematica que o complexo se torna simples onde um único líder é por si só o Herói e o Algoz.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Soneto do Oriente


A vista agora escura e opaca
Do além se formam os verbos pujantes
Das vozes da calátide Gritante
A vida deverá ser retratada

Dar-se o inicio da estação marcada
Pelos sete gongos soando no portal
Pela idéia surgida e avivada
Tem inicio agora a era do ser mortal

Ao passar da primordial revoada
Em si é aclamada para Elevação
Para o julgamento de quem nos guarda

O aprendizado é posto em sua visão
Agora um herói brandindo a espada
Tornando-se o mestre de sua legião

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

O sacrifício de um líder

Ser líder não é estar na dianteira sendo empurrado pelos liderados, mas é sim estar à frente para puxar a todos.

Muitos se confundem quanto as atribuições da liderança, pensam erroneamente que o fardo é apenas o de ostentar grandeza quando sempre se deve ostentar as atribuições de todos indo do luxo ao lixo sem denotar reclamações, ser líder se enquadra mais ao martírio do que a própria (van)glorificação, não é ser egoísta é ser um verdadeiro altruísta esta formulado a lógica do pelicano não a do lobo, vive de aparência porém sobrevive do que os outros olhos não ver logo é criticado por todos mesmo entregando sua vida aos que lidera. Alguns são gestores, administradores, entusiastas, sábios, mas somente um líder é todas essas características juntas como o seu tom de mártir com o sacrifício de um líder.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Capítulos Destruidos

Meras palavras jogadas aos ventos são formulas vazias, corpos sem formas...

Nossas formações não são meras ilustrações decorativas, conheço muitos burocratas, pessoas com apenas a capacidade de iniciar e incitar ideias, sem executarem as próprias, devemos compreender; somos os maiores defensores dos nossos próprios pensamentos e como Mestres devemos aprender que somos seres capazes de transformar céticos em sonhadores, capaz de transformar meros ritos decorados em sentimentos onipresentes em nossas vidas, somos incitadores e executores de todas as ações. Sem essa dualidade não seremos completos, não seremos lideres e muito menos servidores, seremos mortais simples sem a beleza complexa de um Príncipe e sem as vívidas manifestações do povo vendo apenas um livro sem história, páginas sendo passadas e apagadas, vendo apenas capítulos destruidos.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

O Caminho da Fênix

Nenhum Líder deve ser insubstituível e nenhum ideal deve ser inerte, os nossos pensamentos são cíclicos somos paradoxalmente eternos aprendizes e eternos professores, as fênix mais velhas sempre tem a ensinar as mais novas a trilhar o caminho árduo do fogo de que elas mesmas são feitas.
Meus caros leitores apesar de ser corrosivo em minhas palavras, defendo que o líder é por natureza vaidoso, um ser centrista que por muitas vezes peca em pensar egoisticamente quando ganharia bem mais sendo um pseudo-altruísta, a disseminação de ideais deve ocorrer, bons ideais devem ser passados de pessoa em pessoa, pois se queres ser eterno como uma fênix, não viverais eterno do amônio e carbono, mas sim do fervor dos seus ideais que serão sempre vivo na mente daqueles que você incitou a defende-los. Dessa forma caro líder, estarais sempre vivo naquele que o substituiu, seu semblante resplandecerá em sua face e seus atos ecoarão pela eternidade enquanto seus ideais forem avivados em outras mentes assim seguindo o caminho da Fênix.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

A Digna Rivalidade

Aos meus dignos amigos quero que leiam este ponto crucial que foi feito para meus dignos rivais.

Diferente do que pensam a rivalidade não se manifesta baseada em regiões e localidades, um rival poder ser um forasteiro vindo dos portais do Ocidente assim como um irmão que lhe acompanhou no Oriente. A quarta chama em nossos corações não esta edificada para que não entremos em conflitos fraternais, mas sim para percebemos que por mais irmão que seja qualquer pessoa, ela pode sempre ter visões diferentes e opositoras e isso não o torna incorreto isso o torna digno de ser um rival e apesar da rivalidade temos acima de tudo nosso companheirismo para aprender-mos a respeitar e aceitar as divergências.
Com os amigos aprenderemos a grande lição do companheirismo, da lealdade e do amor, mas somente com nossos rivais aprenderemos a ser forte, a sentir o gosto da derrota, gosto não saboroso bem diferente do doce sumo vitorioso, porém assim como um liquido medicinal não criado para sabor mas sim para a cura, nos serve a derrota.
Se lutamos com gingantes é porque somos guerreiros a altura de enfrentar épicas batalhas e reconhecer sempre o valor dos nossos oponentes, de sermos derrotados em campo e a parti deste principio sermos sempre conclamados a melhorar, de saborear a vitoria e -la com o gosto de desafio árduo e valoroso sempre diante da Digna Rivalidade.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Os Leões em pele de Lobos

O homem é o Lobo do homem.

Tomaz Hobbes - Leviatã


Esta em volta de lobos fazem-nos perceber o momento corrosivo dos trabalhos de um líder, um ponto onde infelizmente percebemos que por maior que seja nossas vontades, se não formos gatunos em nossas ações estaremos fadados a estar com a derrota.
Se queremos ser bondosos em meio de maldosos, temos que confessar que estaremos em plena desvantagem, porem não estou aqui para dizê-los que não há solução, mas sim para dizer que fraco é aquele que se auto-corrompe mediante a sua covardia de lutar pelo que é correto, segundo o naturalismo o homem é produto do meio, logo uma ovelha em meio de lobos tende a ser devorada ou a sofrer uma dolorosa metamorfose, sou averso aos princípios naturalistas, o homem é o principal agente de mudança e um DeMolay deve ser um Neo-Iluminista, um idealista, um honrado combatente prestes a enfrentar os males internos e externos que os corrompe. A benevolência possui seu ônus somente para aquele que a possui, mas possui bônus para todos que estão em volta.
Somos diariamente conclamados a ser oponentes do nosso próprio ser, espantar nossos demonios, incitar nossos desejos para que não possamos sofrer a dolorosa metamorfose corruptiva, pois não somos Lobos em pele de Cordeiros, mas sim seres pujantes, leões aguerridos de justiça e a conquistar as ruínas lupinas se infiltrando placidamente em alcateias, somos Leões em pele lobos.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

O nascimento de um Príncipe

necessário ser Príncipe para conhecer perfeitamente a natureza do povo, e pertencer ao povo para conhecer a natureza dos Príncipes."

Nicolau Maquiavel - O príncipe


Neste fabuloso trecho do livro de Nicolau Maquiavel , O Príncipe, fala exatamente do reconhecimento mutuo entre os que governam e os que são governados. A liderança é algo belo e pujante, porém não pode ser nunca forçada se queres ser um bom líder, os verdadeiros príncipes são reconhecidos pelo seu povo, ele é eleito pelas aclamações e necessidades da realidade em que vive, na história podemos gerar alguns exemplos de lideres surgidos do povo como Jesus Cristo, Mahatma Gandhi, Nelson Mandela, Barack Obama e Adolf Hitler, que apesar de não ser um exemplo de ideais e metodologias de conquista, ser um genocida e um ser extremamente calamitoso, para os alemães entre (1930-1945) ele foi o maior motivo de reestruturação do seu povo.
Um DeMolay e/ou qualquer ser humano deve ter em sua mente que sua liderança será decidida pela sua capacidade de coordenação, pela sua autoridade, conhecimento, discernimento e acima de tudo por aqueles que os elegem. O povo é o maior poder que você pode ter e somente você sendo um verdadeiro líder poderá reconhecer o seu povo, sua natureza, suas necessidades e utiliza-los de forma mutua onde haja sempre vantagens para os dois.
Um líder é um regente do cosmos, um ser capaz de conduzir as estrelas as mais belas formações criando formosas constelações e explosões celestiais e somente esse cosmos que precisa ser regido pode gerar o nascimento de um príncipe.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Moinhos ou Gigantes

Alonso Quixano, fidalgo de uma pequena aldeia espanhola, a mancha, tinha mais ou menos seus 50 anos, era um homem de costumes rigorosos, porém se encontrava em uma constante decadência, era conhecido na aldeia por depositar cada centavo que ganhava em sua amada biblioteca, local de onde foi tirando aos poucos as figuras e fantasias do mundo heróico dos cavaleiros andantes e se espelhou tanto na figura que rompeu de vez o elo com a realidade. Então se tornou Dom Quixote, de la mancha, com sua velha armadura enferrujada e seu pangaré que acreditava veemente ser um belo alasão de montaria.
As constantes aventuras de Dom Quixote revela um idealismo perdido. Somos constantemente chamados a enfrentar nossos medos e conquistar nossos ideais e as vezes colocamos nossas armaduras enferrujadas, montamos nossos pangarés , nos jogamos em um mundo fora dos padrões físicos e reais e depois quando somos massacrados pelos exércitos de ovelhas nesta fantasia voltamos decepcionados de nossas batalhas travadas.
O DeMolay ao iniciar, encontra-se em conflitos descobrindo coisas que não eram o que eles pensavam, batalhas que imaginariam travar com monstros colossais, mas perceberão que a realidade seria outra e os monstros que encontramos são menos colossais e mais prejudiciais. A decepção muitas vezes é um fato na vida daquele que inicia, mas possuo uma boa noticia a imaginação de Dom Quixote não era em vão e o sonhos dos irmãos recem iniciados não são tolos, como muitos pensam, a falta de ideais pode consumir nossa imaginação nos dar o ceticismo. Sábio é aquele que passa por tudo isso e continua um verdadeiro idealista, um sonhador e uma pessoa a desejar a utopia sem se importar se são moinhos ou gigantes.

terça-feira, 2 de junho de 2009

A eterna lição do infinito

"A perfeição tem um grave defeito: tende a ser enfadonha."

William Somerset Maugham

William Somerset Maugham, expressa em sua frase a crença que o ser perfeito é aquele que nada mais quer melhorar em sua vida, assim tratando a perfeição como algo enfadonho e desanimado. Será isso uma verdade?
Nós DeMolays, se analisarmos somos edificados aos ensinamentos de um ser perfeito, possuímos o equilíbrio dos três poderosos Baluartes, somos regidos pelas sete grandes virtudes e nossas ações são formadas por retidão, é incrível, mas a perfeição de um ser se encontra no simples fato de amar os pais, possuir uma sólida fé, ser polido com o próximo, ser amigo acima de tudo, ser Leal ao que acredita, ser cândido em pensamentos, palavras e ações, estender o valor de sua bandeira e defender as crenças e direitos da sociedade mundial e em especial do seu país, porém esses preceitos nunca devem chegar a perfeição, devêm ser sempre aprimorados, para que não se tornem algo enfadonho, a perfeição é paradoxal, ela não possui ponto de limite é uma eterna lição do infinito.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

A primeira revoada

Este primeiro artigo dedico aqueles que passaram pelo ponto natural que todo DeMolay deve passar, a sua iniciação, parabéns meus irmãos, vocês deram o primeiro passo e agora as sete grande luzes podem brilhar dentro de vocês, pois aquele pequeno facho que foi descoberto em cada um, aquele pequena centelha agora pode se elevar calorosamente gerando uma energia tão forte quem nenhuma derrota poderá apagar o verdadeiro significado de ser um DeMolay.
Um alerta que posso fazer e devo fazer, pois é um dos únicos motivos de esta criando este tópico é para atentar as decepções, pois não serão poucas que vocês terão e deverão também ter a paciência de muitas vezes aceitar a falta de reconhecimento, mas aviso, sejam mais participativos, se expressem, mostrem suas aptidões e se o seu líder for de fato uma pessoa justa ele irá reconhece-lo.
Eu ainda me lembro o dia da minha iniciação apesar de fazer um bom tempo, não sabia nem para aonde estava indo ou o que me esperava, me lembro apenas da escuridão dos meus olhos que não enxergavam corretamente desde o dia do meu nascimento. E lá estava eu, metaforicamente um pequeno filhote de pássaro junto com alguns companheiros esperando a primeira revoada.